The Neon Demon – Demônio de Neon


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Nem sempre a gente acerta. Mas tentar é o que importa. As falhas fazem parte do jogo. Como em outras ocasiões, procurei acompanhar um jovem diretor que me parecia promissor. E como já aconteceu antes, me decepcionei com o segundo trabalho que vi de um diretor em ascensão. The Neon Demon não traz absolutamente nada de novo e ainda excede nas intenções com pouco resultado prático interessante. Verdade que o filme mergulha na superficialidade, no jogo de aparências, cobiça e alta competitividade do mundo da moda – clima que está presente em outros segmentos também, diga-se. Mas apesar de uma ou duas boas ideias, que não tem nada de realmente inovadoras, este filme apenas gasta o nosso bom e precioso tempo sem apresentar nada além de uma crítica ligeira e um tanto over.

A HISTÓRIA: Uma garota, que parece mais um manequim, aparece deitada em um sofá clássico, iluminada com luzes de neon, com o pescoço cortado e cheia de sangue. Ela é fotografada por um aspirante a fotógrafo de moda. Em seguida, a modelo, a jovem Jesse (Elle Fanning), aparece limpando o sangue falso. Ruby (Jena Malone) a examina pelo espelho e puxa conversa. Ela diz que está admirando a bela pele de Jesse. Ruby se apresenta e fica conhecendo a modelo que chegou há pouco tempo em Los Angeles. Ela ajuda Jesse a tirar a maquiagem e a convida para uma festa. Pouco a pouco a nova modelo vai mergulhando no cenário da moda de Los Angeles.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a The Neon Demon): Eu tenho essa mania de ficar fascinada com alguns diretores e, depois, “persegui-los” em seus próximos trabalhos. Algumas vezes acompanhar determinados diretores se mostra algo interessante mas, outras vezes, nem tanto. Esta não é a primeira vez que após ver a um belo trabalho de um diretor, me decepciono terrivelmente na experiência seguinte com ele.

Neste blog, já demonstrei essa minha “decepção” antes com Julio Medem, que me deixou fascinada com os filmes Los Amantes del Círculo Polar e Lucía y el Sexo e que, depois, nos apresentou o horripilante Caótica Ana (o único comentado aqui no blog, que pode ser acessado neste link). Muito ruim esse seu novo filme. O mesmo aconteceu agora, com o diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn. Gostei muito do que ele apresentou em Drive (com crítica neste link), por isso me interessei por esse The Neon Demon. Também gosto da protagonista, a sempre competente Elle Fanning. Mas não vou enrolar vocês: esse filme é ruim. Nada mais, nada menos.

Vejamos. A história toda gira em torno do competitivo mundo da moda de Los Angeles. Ok, o ambiente fascina o diretor, que também ambiente Drive na cidade que é a meca do cinema nos Estados Unidos. E a história, que desde o início mexe bem com a ideia da superficialidade e até começa bem ao investir novamente em um importante protagonismo da trilha sonora e da ótima fotografia, logo se mostra com pouca criatividade.

O argumento é clássico e um tanto óbvio: uma jovem garota sai do interior e chega à Los Angeles fascinando as pessoas por sua beleza e por não ter nenhum cacoete de quem já está há tempos no mercado. A atriz Elle Fanning se encaixa perfeitamente no estereótipo porque tem um jeito angelical e um perfil maleável que permite que ela tanto pareça uma moça do interior quando não está em uma produção de moda quanto uma garota totalmente no padrão da indústria quando está sob a lente de um fotógrafo ou em um desfile.

Essa mesma garota do interior que acaba fascinando quem é do ramo acaba gerando uma grande antipatia das “concorrentes” do mercado, outras modelos também em busca de sucesso. Logo no início do filme, vemos a protagonista Jesse sendo fotografada por um rapaz que está, como ela, buscando mostrar trabalho em Los Angeles. Eles tem o desejo de crescer em comum, mas é evidente o fascínio que Jesse também desperta no rapaz – que acaba não tendo muitas chances com ela conforme a protagonista vai sendo descoberta.

Algo interessante nos minutos iniciais da produção é o que aquela sequência nos sugere. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). O filme de Refn é dúbio do início ao fim. Se nas cenas iniciais temos dúvidas se estamos vendo a uma pessoa de verdade ou a um manequim – algo que se repetirá em outros momentos e com outras atrizes -, também nos questionamos se o fotógrafo Dean (Karl Glusman) é um psicopata que acaba de matar a sua mais recente vítima ou se aquela cena é uma montagem.

Este jogo duplo permanece na história em diversos momentos. Talvez seja a forma do diretor e roteirista (a história original é de Nicolas Winding Refn, que acabou dividindo o roteiro com Mary Laws e Polly Stenham) argumentar que tudo que envolve a moda e Los Angeles seja dúbio e que as aparências enganam. A filosofia é válida, mas o que nos interessa é o produto final de The Neon Demon.

Verdade que o diretor segue em sua “cruzada” para resgatar o espírito de filmes dos anos 1970 – percebemos isso tanto pelo uso “exagerado” das cores quanto pela presença marcante da trilha sonora -, o que é sempre válido. Mas afinal de conta, o que The Neon Demon nos apresenta? Como comentei antes, até que as ideias iniciais do filme são interessantes, assim como o início de sua execução. Mas o que me incomodou, conforme a história foi se desenvolvendo, foi justamente a falta de um desenrolar da história melhor, com a apresentação de argumentos que não fossem “mais do mesmo” ou redundantes e, especialmente, me incomodou o final.

Para resumir, me parece que o diretor está se perdendo no formato e nas intenções, tentando apresentar algo muito mais conceitual do que funcional. Em outra palavras, The Neon Demon me pareceu muito mais presunçoso do que competente. O filme tem algumas participações especiais de atores importantes que valorizaram a produção, mas eles tem papéis relativamente pequenos e desinteressantes na história.

O roteiro realmente é focado na protagonista e, em menor escala, nas outras três atrizes que orbitam em volta dela – a maquiadora que é fascinada pela beleza e pelo potencial da “carne nova no pedaço”, e as duas modelos que são as suas concorrentes diretas. A única atriz com destaque que realmente tem uma interpretação interessante é Elle Fanning. A atriz se esforça, ainda que a personagem de Jesse careça de história, e isso porque ela tem a personagem melhor desenvolvida da trama. As demais personagens são ainda pior desenvolvidas.

Nicolas Winding Refn recorre ao velho recurso de mostrar Jesse em uma e outra conversa – essencialmente com Dean – em que ela revela um pouco mais sobre a própria origem e estilo. Mas é pouco. Os outros personagens, conhecemos menos ainda. Apenas sabemos que todas as modelos e Dean estão lutando bravamente por conseguirem algum tempo nos holofotes. Os outros personagens são secundários e aparecem apenas para fins bem específicos na história.

O ator Desmond Harrington interpreta ao “badalado” fotógrafo Jack que aparece apenas para ajudar a impulsionar a carreira de Jesse; a ótima Christina Hendricks, conhecida por seu trabalho em Mad Men, aparece em uma pequena ponta como Roberta Hoffmann, dona de uma agência de modelos que rapidamente aposta na nova promessa; Keanu Reeves está em um papel estranhíssimo como Hank, gerente do motel em que Jesse está hospedada, e que aparece apenas para trazer tensão para a história da garota; e Alessandro Nivola interpreta o estilista Robert, que só aumenta a tensão ao também apostar um tanto “gratuitamente” na nova beleza do mercado.

A história é meio forçada – ainda que conhecemos, claro, histórias de modelos que tiveram carreira meteórica. Mas a impressão que eu tive durante o filme é que apesar de linda e de boa atriz, Elle Fanning não exatamente convenceu como uma grande beldade em quem todos apostariam tão rapidamente. Jovem, com 16 anos recém-completados, e com uma beleza que poderia ser bem moldada, ela tinha argumentos a seu favor. Mas daí a ela sair fascinando a todos com tanta facilidade… é preciso um pouco de generosidade do espectador para acreditar.

O diretor se esforça em mostrar a transformação da jovem modelo. Especialmente na interminável sequência relacionada ao desfile de Robert em que através de imagens de um prisma, vemos Jesse ganhando outras “personas” e se tornando ambiciosa. Isso seria como que uma desculpa para o que aconteceria com ela depois? Afinal, ela foi contaminada por aquele ambiente competitivo, deixou a fama incipiente “subir à cabeça” e, desta forma, justificou o próprio final?

Refn tem diversas ideias estranhas e um desenvolvimento conceitual, é verdade, mas um tanto desgastado – levando em conta Drive, para dar um exemplo – e um bocado excessivo nesta nova produção. Honestamente achei exageradas algumas sequências “conceituais”, especialmente aquela do prisma durante o desfile. Uma boa digital do diretor é sempre bem-vinda, mas ela precisa ajudar a história e não substitui nunca um bom roteiro.

Sem dúvida alguma o ponto fraco de The Neon Demon é justamente o roteiro. Muitos já falaram sobre a superficialidade e a alta competitividade do mundo da moda. Refn não exatamente apresenta uma grande inovação com este filme. Pelo contrário. Ele requenta velhas discussões, exagera nos recursos que ele tem apostado como diretor e cai em velhos estereótipos. Desde a sequência inicial do filme é possível perceber que o interesse de Ruby por Jesse é além do fascínio por sua beleza – há tensão sexual no ar. Por isso não é surpresa o “ataque” dela quando Jesse está em seu território.

Achei o final especialmente decepcionante. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Refn parece se esforçar para “escandalizar” o espectador. Primeiro, com Ruby “transando” com uma mulher morta após não conseguir ter êxito na investida em Jesse. Na sequência, ela se “vinga” da jovem modelo ao entregá-la para as rivais Gigi (Bella Heathcote) e Sarah (Abbey Lee). Ruby é a algoz principal da história porque Jesse confiava nela e, na hora H, é a maquiadora que atira a garota na piscina.

As duas modelos concorrentes ajudam a perseguir a vítima e, após ela ter sido “abatida”, voltam a atacá-la junto com Ruby. Muitas vezes durante o filme eu não sabia bem “quem era quem” entre as duas modelos loiras. Acredito que a intenção de Refn era realmente esta, mostrar que “todas são iguais”. A maneira de diferencia-las é que a modelo um pouco mais experiente e consagrada, Gigi, é a que tem cabelos curtos e que fez todas as mudanças possíveis no próprio corpo para “emplacar” melhor. Sarah é a modelo de cabelo mais comprido, mais jovem e ambiciosa.

Além de aniquilar a concorrente, as duas modelos acabam “consumindo” ela. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Na sequência final e derradeira da história, fica claro que as duas literalmente devoraram a protagonista. Reza a lenda que os adeptos do canibalismo muitas vezes comiam as suas vítimas para “roubar” delas as suas principais qualidades – como força, destreza, etc.

Pois bem, Refn utiliza esta ideia em The Neon Demon. As modelos devoram Jesse para tentar assumir a sua beleza e o diferencial que ela tinha no mercado. Uma ideia, convenhamos, muito estapafúrdia. E no fim das contas, o que o diretor quer nos dizer?

Que o mundo da moda é feito de altíssima carga de ambição, de valorização exagerada e superficial da beleza, do consumo de belas mulheres até a morte – seja através de incontáveis plásticas seja através da puxada de tapete de uma profissional contra a outra (exageradamente representada aqui pelo assassinato e pelo canibalismo)?

Verdade que este ambiente é cruel e cheio de exageros, mas há algo de novo nesta leitura de Refn? Nada, absolutamente nada. Se eu soubesse antes, teria poupado o meu tempo vendo a este filme e, consequentemente, escrevendo sobre ele. Infelizmente o que vimos de “renovação” de um gênero em Drive não encontramos neste novo filme de Nicolas Winding Refn.

NOTA: 5.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Como vocês bem sabem, tenho como regra sempre comentar um filme por aqui depois de assisti-lo. Então mesmo não gostando de The Neon Demon, tive que argumentar sobre essa minha frustração por aqui. Quando o filme é bom e inspirador, gasto este tempo com prazer. Afinal, posso estar estimulando outras pessoas a ver uma bela produção. Agora, quando o filme é totalmente dispensável, como é o caso de The Neon Demon, admito que me dá um bocado de preguiça de falar da produção aqui no blog. Minha vontade mesmo era escrever apenas a introdução, dar uma nota baixa e terminar dizendo: “Não assista”. Mas o meu compromisso com vocês não é apenas dizer que não gostei, mas argumentar sobre.

Ao “refrescar” a minha memória sobre Nicolas Winding Refn é que eu percebi que eu perdi o filme que ele lançou após Drive. Não assisti a Only God Forgives. Se alguém que ler este texto assistiu, me digam: vale a experiência?

O diretor de The Neon Demon entende bem de seu ofício. Ele tem um olhar clínico para cada cena e tem um senso estético muito bom. Isso faz com que a nota para este filme não seja menor. Mas o roteiro… para mim, que sempre busco grandes filmes e histórias neles, o roteiro é fundamental. E o calcanhar de Aquiles desta produção é justamente o roteiro. Mas o diretor, sem dúvida, tem um apreço estético e qualidade técnica indiscutíveis.

The Neon Demon estreou em premiere no Festival de Cinema de Cannes em maio deste ano. Depois o filme participaria, ainda, de outros cinco festivais. Inclusive um sobre cinema canibal, no México.😉 Nesta trajetória o filme ganhou dos prêmios e foi indicado a outros dois. Os prêmios que ele recebeu foram o de Melhor Compositor para Cliff Martinez no Festival de Cinema de Cannes e o de Melhor Time de Locação do Ano – Filme Independente no California on Location Awards. Honestamente, acho incrível este filme ter ganho dois prêmios – e pensar que tantos outros filmes melhores nunca ganharam nada…

Apesar da minha bronca com The Neon Demon, preciso admitir que ele tem algumas qualidades técnicas muito evidentes. Além da boa direção de Refn, que tem uma visão bem definida e estilo próprio, devo destacar a ótima direção de fotografia de Natasha Braier e a trilha sonora inspirada de Cliff Martinez. O editor Matthew Newman também faz um trabalho muito bom. Apesar de ser um filme de moda, apenas em algumas ocasiões os figurinos de Erin Benach me chamaram a atenção. O trabalho dela acaba sendo ofuscado até pela equipe de maquiagem com quatro profissionais – liderados por Erin Ayanian na maquiagem e por Shandra Page no cabelo.

Do elenco, como comentei antes, o destaque é mesmo Elle Fanning. A atriz está muito bem no papel de protagonista, ainda que sofra com um texto bem fraquinho em alguns momentos. Do elenco de apoio, tem um desempenho um pouco acima da média Jena Malone. Das pontas, gostei de Christina Hendricks. Os demais atores, incluindo Keanu Reeves, estão muito displicentes e sem destaque.

The Neon Demon teria custado US$ 7 milhões. Não é um grande orçamento, para os padrões de Hollywood, mas também não é custo desprezível. Claro que o filme faz parte do grupo de “cinema independente”, mas este orçamento poderia ter garantido um ou duas produções melhores. Nos Estados Unidos o filme não decolou, fazendo pouco mais de US$ 1,33 milhão nas bilheterias. Quem sabe com este fracasso o diretor reveja o próprio trabalho? Seria uma boa ideia. Potencial ele tem. Só tem que melhorar – e muito – com os roteiros.

Como o filme mesmo sugere, ele foi totalmente rodado em Los Angeles, na Califórnia. Entre as locações estão o Bristol Salt Flats, o Hollywood Boulevard, o Sunset Boulevard, o Brite Spot Diner (a lanchonete em que Ruby se encontra com as modelos Gigi e Sarah) e o Canfield-Moreno Estate. Há cenas também em Malibu (a casa na praia que fecha a produção).

Agora, aquelas curiosidades clássicas sobre o filme: de acordo com a atriz Elle Fanning, The Neon Demon foi rodado em ordem cronológica e o final da produção foi criado e improvisado em conjunto.

Este foi o segundo filme de Refn que estreou no Festival de Cinema de Cannes. A diferença é que, desta vez, The Neon Demon foi bastante vaiado após a exibição para a imprensa.

A exemplo da personagem que ela interpreta, Elle Fanning tinha 16 anos quando o filme foi rodado. Para preparar a atriz para o papel de protagonista, o diretor de The Neon Demon fez Elle Fanning assistir a Beyond the Valley of Dolls, de 1970.

Responsável pela trilha sonora do filme, Cliff Martinez definiu The Neon Demon como uma mistura entre Valley of the Dolls (1967), dirigido por Mark Robson, e The Texas Chain Saw (1974), de Tobe Hooper.

De acordo com a produção, há duas cenas que não estavam no roteiro e que foram improvisadas quando o filme foi rodado. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). A primeira sequência é aquela em que Elle Fanning beixa a própria imagem no espelho – a atriz improvisou o beijo -; e a segunda é aquela do sexo com o cadáver. Inicialmente a atriz Jena Malone iria apenas dar um beijo na mulher morta – mas ela acabou improvisando o restante.

Este filme é uma coprodução a França, da Dinamarca e dos Estados Unidos.

Os usuários do site IMDb deram a nota 6,5 para esta produção. Uma avaliação bastante boa, para o meu gosto. Os críticos que tem os seus textos linkados no site Rotten Tomatoes não foram tão generosos. Eles dedicaram 96 críticas positivas e 84 negativas para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 53% e uma nota média de 5,7.

CONCLUSÃO: Um filme sobre superficialidade, beleza, moda e a competição levada ao extremo da insanidade que se apresenta cheio de proposta e de conceito mas que, na prática, frustra o espectador que espera algo mais. A história, que gira demais sob um mesmo elemento, parece apenas uma desculpa para mostrar belas atrizes e um cenário da moda por demais estigmatizado e caricatural. O argumento da trama é simplista, e a conclusão da história, ainda que tenha uma “problematização” da trama superficial, parece tão forçada quanto a leitura do cenário feito pelo diretor. Certamente, com outras opções no cinema, este filme não é a melhor escolha. Veja apenas se tiver um grande interesse na protagonista ou no mundo fashion, sem se importar com as falhas da produção.

  1. 8 de outubro de 2016 às 12:52

    Fazia tempo que não via um filme tão ruim, Alê! hahaha. Fui assistir sem saber que você havia comentado sobre ele, e como sempre suas análises são muito certeiras e esclarecedoras, mesmo quando estamos diante de uma perda de tempo. Obrigado🙂

  2. 11 de outubro de 2016 às 15:35

    Não consegui assistir até o final, foi outra decepção assim como Only God Forgives…
    Uma pena pois eu gostei muito de Bronson, Valhalla Rising e Drive.

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